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sobre mim

Olá — sou a Mariana.

Platform engineering manager, builder, coach. Aqui fica a história toda.

Liderança humana 🤍
Red a acenar
📍 Lisboa · remote🧪 Primeira QA Engineer ×4🌱 Fundadora de DEI ×3🏳️‍🌈 Tesoureira, SOMOS IPA🧠 Sistemas para neurodivergentes✍️ ship-it.red🐍 Python coder

O meu percurso até tech foi muito como eu: ligeiramente caótico ao início, estranhamente eficiente após algum tempo. Comecei como estudante de medicina, acreditam? Aborreci-me tanto na faculdade de tanto marrar, mas ensinou-me algo importante que levo comigo desde então: sou uma aprendiz prática. Tenho um objectivo, e descubro como lá chegar.

Fui a primeira QA Engineer em quatro empresas, e o padrão é sempre o mesmo: chegar ao zero, construir a fundação, deixá-la a prosperar. Percebi rapidamente que era isso que adorava: liderar mudança. Depois de alguma relutância em deixar de programar a tempo inteiro, fiz a transição total para management. Actualmente uma verdadeira líder generalista, sou autodidata, motivada e comprometida com um leadership empático, inclusivo e de high-performance. Sou exigente mas lidero com bondade, e descobri que me especializo em formar equipas autónomas, de high-performance e alta complexidade.

Vale a pena mencionar que tenho PHDA (como tantos na nossa indústria), o que significa que passei anos a transformar "como é que me mantenho funcional" em "como é que construo equipas que funcionam de forma eficaz". Sistemas de baixa carga cognitiva, documentação como infraestrutura, async-first por defeito. Acontece que o que funciona para um cérebro neurodivergente funciona bastante bem para equipas distribuídas também.

Preocupo-me com segurança psicológica, responsabilização eficiente, sistemas escaláveis com elevado sentido de ownership, contratação inclusiva, e o tipo de ambiente onde os engenheiros fazem o melhor trabalho das suas carreiras. Fundei iniciativas de DEI em três empresas. Valorizo pontos de vista diferentes, e faço tanto coaching quanto management.

Estou baseada em Portugal, totalmente remota, e casada com uma treinadora de basquetebol cujos jogos fotografo mal e com muito entusiasmo.

Nota: escrevo em português pré-AO90, de propósito — aprendi a escrever assim e não vou desaprender agora. Não são gralhas.